Lance de boleiro

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Quarta-feira de brigas...


Era uma noite de grandes jogos, que prometia ser memorável para o futebol brasileiro, onde o Fluminense, em ascendencia no campeonato brasileiro enfretaria o Cerro Porteño pelo segundo jogo das semi-finais da copa Sul-americana e o Grêmio receberia o Palmeiras pela 36ª rodada do campeonato nacional. Tudo começou como manda o figurino, bons times praticando um bom futebol, mas ai veio o primeiro lance triste da noite, o zagueiro Digão do fluminense fratura o pé e é substituido ainda no primeiro tempo,sinais de que a noite ainda prometia coisas estranhas. No outro jogo entre Grêmio e Palmeiras o Grêmio ao final do primeiro tempo marca o seu primeiro Gol após bom lance de Maxi Lopes que Rafael Marques escora para as redes no rebote. Após o apito final do árbitro, Obina e Maurício ambos jogadores do Palmeiras iniciam uma discussão e terminam por trocar tapas e socos em pleno meio de campo do estádio Olimpico em uma cena "bizarra". Na volta para o segundo tempo ambos são expulsos e deixam o Palmeiras com 2 jogadores a menos se tornando uma presa fácil para a equipe gremista que vence por 2 a 0.
Voltando ao jogo do Fluminense, o Cerro vencia por 1 a 0 resultado que levaria a disputa das penalidades, quando o zagueiro e guerreiro Gum mesmo com a cabeça enfaixada após uma cotovelada, divide a bola na área de ataque e mesmo caído chuta para o gol empatando o jogo, resultado que ja classificava o fluminense. A equipe do Paraguai se joga a frente inclusive com seu goleiro, mas em lance na linha de fundo tricolor o fluminense recupera a bola e Alan é lançado no meio campo, parte para cima do goleiro o dribla e marca o segundo gol, o gol da virada tricolor aos 48 minutos do segundo tempo. Os jogadores do fluminense partem para comemoração, quando se inicia uma briga generalizada que envolve jogadores paraguaios e comissão técnica carioca,em segundos todos estão envolvidos na briga, que só é interrompida graças a forte intervenção dos policiais que se encontravam no campo de jogo.
O triste é pensar que estes jogos prometiam um grande futebol e não grandes pancadarias e cenas bizarras de brigas entre colegas de equipe. Como poderemos cobrar que torcidas não briguem dentro e fora do estádios, se atletas do nosso futebol acabam envolvendo se em episódios como estes aqui relatados. Isso se aplica principalmente a Obina e Maurício que infantilmente se agrediram sem uma razão explicavel, não tirando a culpa de alguns membros do fluminense mas que pelo menos não iniciaram tal confusão.

É sempre bom lembrar que futebol é para ser jogado e não brigado,dentro do campo os torcedores esperam ver espetáculos e não pancadrias e brigas inuteis que só passam uma imagem ruim.

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